|
POR
ONDE ANDA ?
Apesar das
mudanças na programação da Rádio Gazeta AM de São Paulo,
(890 kHz), ela ainda está trabalhando na emissora.
Visite: www.gazetafm.com/am.htm
BREVE HISTÓRICO:
Nasceu na cidade
de Ibitinga, no interior paulista, no dia 07 de fevereiro de
1947.
Atriz e
jornalista, é uma das mais completas profissionais da
comunicação que o Brasil já conheceu.Se destacou por
ser a primeira mulher a exercer a função de repórter
esportiva.
Quando deixou Ibitinga e chegou a São Paulo aos 11 anos, Regiani
já tinha em mente o sonho de ser atriz. Por isso, matriculou-se
no curso do teatro Escola São Paulo, do qual foi dispensada após
a primeira parte sob alegação de que já estava pronta para
atuar.
Deixou fotos na TV Paulista mas só conseguiu emprego na TV Tupi
em 1963, quando Geraldo Vietri lhe deu um papel com 16 falas na
TV de Comédia. Ficou quatro anos na emissora, de onde saiu para
ser garota propaganda na TV Cultura e personagem de programas
humorísticos nas TVs Globo e Excelsior ao lado de mestres do
riso como Costinha e Ronald Golias. Voltou depois à Tupi para
fazer novelas.
Em 1980, Regiani foi contratada pela Rádio Gazeta para
apresentar um programa musical e de variedades. Três anos
depois, a convite do inesquecível Pedro Luis Paoliello, começou
a saga na crônica esportiva no mesmo prefixo. Cobria folgas dos
setoristas, mas queria fazer transmissões de jogos. Algo que só
ocorreu tempos depois na TV Gazeta. No canal 11 ocupou também as
funções de produtora e comentarista do programa `Mesa Redonda´.
Após passar rapidamente pela TV Record, Regiani voltou a Gazeta
no início da década de 90, primeiro na TV e depois na Rádio. Em
1991, foi escolhida a melhor jornalista do ano em eleição do
jornal `Unidade´, do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo. Em
1994, cobriu a Copa do Mundo nos Estados Unidos.
Em 1996, um sério problema familiar tirou Regiani da mídia e a
levou a um período de isolamento por quase 10 anos em uma
chácara na Grande São Paulo. Passava o tempo plantando alface e
cuidando das galinhas ao lado de poucos parentes. Ela havia
entrado em depressão mas felizmente o tempo passou e a sua dor
felizmente foi cicatrizada.
Por: Marcelo Rozemberg
Voltar |